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Excel para loucos

Mais uma prova de que a ferramenta é só um detalhe, e o que vale é uma boa idéia, foi o que este insano fez com o Excel.

“The Naked Presenter”

Garr Reynolds é um consultor de apresentações que vive há decadas no Japão. Autor do best seller “Presentation Zen“, ele está prestes a lançar o próximo livro que se chama “The Naked Presenter“. Muitas metáforas já vimos sobre apresentações: cinema, teatro, música, show, enfim, tudo menos sobre “tomar banho no Japão pelado junto com outras pessoas”!!

É isso mesmo, o cara tira algumas lições do processo de tomar banho no Japão e traz para o mundo das apresentações. Sem malícias, vejam algumas abaixo…

  • Você deve se peparar
  • Você deve estar completamente nu
  • Barreiras e máscaras devem ser removidas
  • Você está totalmente exposto
  • Você está no mesmo nível dos outros
  • Você deve se sentir bem após ter feito

Recentemente ele esteve no escritório da Nancy Duarte para uma apresentação sobre este conceito seguido de um bate papo.

Se você tiver um tempinho vale dar uma passada pelo vídeo. Na pior das hipóteses você vai aprender algumas regras de etiqueta para quando for ao Japão não sair correendo num ofuro coletivo e dar uma bomba na água!

A propósito, ele está vestido na apresentação!

Clique na imagem abaixo para acessar o vídeo:
BANHO

Naked Presenter

“Resonate”: Apresentações com uma boa ressonância!

RESONATE: Nome do novo livro da Nancy Duarte, pra quem não conhece, especialista em apresentações que foi responsável pela criação da palestra do Al Gore.

Nome muito bem escolhido, afinal, quem não quer que uma apresentação tenha uma boa ressonância?

Algumas definições são bem interessantes e “ressoam” bem para nosso mundo das apresentações:

  • “Ressonância é um ato ou efeito de repercutir”. Quantas vezes não ovimos: “e ai, repercutiu bem?”
  • “É a propriedade de aumentar a duração ou a intensidade do som.” Quem não quer ter a intensidade de uma mensagem prolongada durante uma apresentação? Se possível prolongada até pós-apresentações quando a audiência comenta com outra pessoas.
  • “Modo de transmissão das ondas sonoras por um corpo”. Será que é possível fazer uma apresentação que transmite ondas pelo corpo da audiência?
  • Também pode ser um “Ruído confuso resultante do prolongamento ou reflexão de um som”. Acho que esta encaixa na maioria dos ppts que vemos por ai! 
  • “A Ressonância é similar ao eco e acontece quando o som atinge um certo nível de frequência”. O grande segredo de uma apresentação no estado da arte é saber utilizar estímulos que elevem a atenção da audiência a uma frquência que a coloca dentro da história!

Tenho certeza que este livro vai ”ressoar” muito bem!

Vejam video da Nancy explicando o conceito:

Pink Floyd, Beatles e apresentações…

Compartilho aqui um post do Roger, sócio da SOAP US. Por preguiça de traduzir, copiei e colei exatamente o que ele colocou no Blog do nosso site de lá. Para saber o que uma sequencia de slides tem a ver com Pink Floyd e Beatles, leia. E no final, um vídeo do youtube com apenas 27 milhões de views…

A good presentation is like a story, not just a sequence of slides. What does this have to do with music?

The impact of a presentation is increased meaningfully by connecting the slides, either through the story or the visuals.  The presenter must always orchestrate this connection.  Stand-alone slides are a great way to make your presentation boring.

Well, albums are made of individual songs. The vast majority of the albums brings songs as isolated entities. As one song finishes, there is silence, and a new song begins.  If the song is great, awesome, let’s wait for the next one. On the other hand, if great songs are somehow connected, then the ALBUM is great.  That can make all the difference.

There are different ways to connect slides. The most obvious is connecting one slide with the next.  However, you can also connect the closing slides with the introduction. Or by using a recurring sentence you can connect different themes at different moments of the presentation. Additionally, you can integrate visual elements that reinforce the connection.

As for music, The Beatles did it all. On the album Abbey Road, they connected 9 songs into a medley. They created melodies that keep coming back in different songs, adapted for each moment. They even created a closing, called . . . The End.  All these components make for a beautiful presentation.

Pink Floyd added visuals, a full-blown out script, and created The Wall, a breakthrough album. Even in an incoherent fashion, likely intentional, it proves that it is possible to retain the audience’s attention for 99 minutes, non-stop.

Most companies cannot achieve the same efficiency, even in 15-minutes presentations.

The components of great presentations are universal, they go beyond slides, and permeate many other forms of art.

E para finalizar, um depoimento do maior de todos, na minha humilde opinião…

Viviane Senna com apresentação da SOAP

No último encontro de empresários (aproximadamente 600) em Comandatuba, liderado por João Doria do LIDE, Viviane Senna apresentou o case do Instituo Ayrton Senna e emocionou a platéia. É mais uma pequena vitória na grande luta para educar crianças sem recursos. Vejam a reportagem do case ilustrada com as criações da SOAP:

SOAP ganha prêmio de melhor vídeo no SlideShare

Imagem1Um vídeo também pode ser visto como uma apresentação. A SOAP sempre se inspirou em técnicas de Cinema para fazer suas apresentações. Agora, deu um passo além, produziu um vídeo que no início começou sem compromisso e se tornou uma idéia que agora foi até premiada!

O SlideShare é o “youtube” das apresentações. Fez um concurso para melhores vídeos e a SOAP levou um dos prêmios, um iPad! Parabéns ao Pera que mandou muito bem como ator principal!

Já postamos este vídeo anteriormente aqui no Blog mas segue novamente para quem não viu:

PowerPoint em Cannes

Trabalho interessante de um publicitário em Cannes. Durante o evento, ele tirou foto dos slides que considerou mais bonitos e publicou uma apresentação no SlideShare. Claro que não são slides, digamos, de emocionar, mas já é uma grande evolução em relação aos cada vez mais escassos bullet-points!

Consumo e Destruição – Artigo da SOAP – Consumidor Moderno

Vejam artigo da SOAP na Consumidor Moderno e na Revista No|Varejo sobre o perigoso clichê “sustentatbilidade”:

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Consumir é Destruir

A palavra “consumidor” contém em si um enorme paradigma, pois, apesar de a atitude do consumo ser geralmente percebida como positiva, seu significado também carrega o pólo negativo da destruição. Afinal de contas, é impossível consumir sem destruir. Isso nos leva a pensar no que seria o tão falado “consumo consciente”: seria o mesmo que dizer que eu destruo sabendo exatamente o que estou destruindo? Sei que essa desconstrução pode causar confusão, mas meu objetivo é, justamente, a partir desse raciocínio, tentar:

• Construir outra visão sobre o que seria a tão falada sustentabilidade nas empresas.
• Esclarecer o real propósito da sustentabilidade nos negócios, produtos e serviços.

Mas, afinal, o que é sustentabilidade?

A definição do Relatório Brundtland, da ONU, em 1987, onde esse termo surgiu pela primeira vez, diz o seguinte: “É o desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual,  sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades”.

Simplificando: ser sustentável é se preocupar de fato com o futuro. É saber que cada ação neste exato instante traz um impacto lá na frente. Um tanto incompatível com a esfera pública, para quem o futuro não existe até que se saiba o resultado das eleições, não é mesmo? E na esfera privada? Será que é diferente?

ScannedImage-2Discurso insustentável

Muitas empresas a afirmam fazer da Sustentabilidade (com “S” maiúsculo mesmo) um de seus pilares. Muito bonita a imagem do pilar, assim como o discurso que a sustenta. Mas, convenhamos, nada mais contraditório que utilizar um ícone ligado à Idade Média para representar um conceito tão ligado ao futuro. Talvez porque, apesar do discurso ser moderno,  a prática ainda é medieval.

Fazendo uma analogia cinematográfica, assim como um roteiro não é nada sem o  filme, o discurso não se sustenta se não vier acompanhado de ação! Muitas empresas hoje se preocupam demais com a luz e a câmera, mas pouco com a ação.

Além disso, tendem a focar em apenas um dos aspectos da sustentabilidade: o meio ambiente, protagonista dos “discursos verdes” que ouvimos por aí e que nunca se convertem em ação. Parece mais uma “mentira conveniente” do que “Uma Verdade Inconveniente”!

A organização inglesa Futerra criou o “Greenwash Guide”, que ensina a identificar rapidamente esse tipo de discurso “bonitinho” nas empresas. De termos como “eco-friendly”, imagens sugestivas como as clássicas mãos que seguram uma muda de árvore, passando por cigarro anunciado como produto verde (só se for outro tipo de cigarro!) a jargões científicos feitos para confundir o público leigo, não faltam exemplos de discursos “greenwash” no mundo corporativo.

Só que já passou da hora da sustentabilidade sair do discurso decorado e partir
para ações feitas “de cor”, no sentido puro da palavra: feitas com o coração.

Sustentabilidade de pai para filho

Por falar em coração, uma analogia para quem incorpora a sustentabilidade nas ações é a própria relação genuína entre pai e  filho. Temos uma tendência de sempre pensar em nós mesmos e nas necessidades do momento. Mas quando nos tornamos pais que amam e querem bem aos seus  filhos, pensar no futuro passa a entrar em nossa agenda de prioridades. E fazemos isso “de cor”, de coração.

Essa é a diferença entre empresas que têm sustentabilidade alinhada ao negócio e as que praticam porque é moda ou porque se sentem na obrigação. As primeiras fazem da sustentabilidade uma  filosofia a, enquanto as outras têm uma área dedicada à  filantropia e a projetos pontuais. Empresa sustentável incorpora essa  filosofia a em ações simples, como atender de forma educada um cliente ao telefone, e nas estratégicas, como determinar um valor para o produto ou serviço.

É mais fácil tangibilizar a sustentabilidade em uma grande indústria ou em um banco quando falamos de ações como  financiar pequenos produtores rurais ou poupar água e energia elétrica em uma linha de produção. A questão é: como praticar sustentabilidade em um setor de valores tão intangíveis quanto o de serviços, de forma a ir muito além de trocar os copinhos plásticos por canecas de louça?

ScannedImage-3Serviços sustentáveis

A SOAP acredita que é possível prestar serviços sustentáveis. Para nós, isso é fazer tudo que está no centro do nosso negócio com objetivos que vão além da compensação  financeira. Por isso, já realizamos diversas apresentações para instituições como G AC, AACD, Ação Comunitária e Instituto Ayrton Senna.

O próprio instituto, para quem produzimos uma apresentação para o Fórum Lide/EDH, é um grande exemplo de sustentabilidade praticada com o coração. Ainda mais que surgiu em uma época em que ninguém falava disso. O seu idealizador, que dispensa apresentações, pensava como ninguém nas gerações futuras e, por isso, deixou um imenso legado ao mundo por meio da educação, um trabalho conduzido de forma magistral por sua irmã.

Assim como fizemos para o Instituto Ayrton Senna, cuidamos para que as apresentações de nossos clientes não sejam blá-blá-blás, cheias de adjetivos. Buscamos preveni-los do discurso “greenwash!” Acreditamos que uma apresentação deve refletir o espírito da companhia e sua motivação para estar em um negócio.

Se o que a empresa faz não é genuíno, de coração, não é uma apresentação que irá fazê-la ser. Aí é trabalho para outro tipo de consultoria. Ou seria consultório? Também no dia a dia buscamos praticar uma relação sustentável com os clientes, que passa por um entendimento das necessidades, visando ao desperdício de tempo e estresse, o mais insustentável dos climas no dia a dia corporativo.

Moral da história

Consumir é um ato intrínseco ao ser humano. Não dá para “desconsumir”. Mas dá para construir, no dia a dia, relações mais sustentáveis e discursos que se transformem em ações verdadeiras. Para isso, muitas vezes, é preciso “desconstruir”, renovar e reciclar, não papéis, mas paradigmas.

SOAP participa de concurso no SlideShare

O video Reversível que a SOAP fez para demonstrar o poder de uma história e questionando sobre o PowerPoint, se é mídia ou não, está agora no SlideShare e em menos de 8 horas foi o mais “tuidado” e por isso colocado na home-page deles em destaque.

A SOAP participa do concurso de melhor video. Para votar basta entrar no link abaixo do SlideShare e compartilhá-lo em a sua rede de Facebook e Twitter:

http://slidesha.re/apjnLh

Coluna da SOAP Consumidor Moderno: Clientes ou fãs?

Na nossa coluna mensal da Consumidor Moderno de maio abordamos o tema de “clientes ou fãs” passando por vários níveis que uma empresa pode ter ao se relacionar com seu cliente. Não é só um time de futebol que pode ter fãs, uma empresa também! O oposto também é verdadeiro.
Abaixo o artigo da SOAP. Detalhe que também criamos o design da página…

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Você tem fregueses, clientes ou fãs?

Já virou clichê dizer que o Serviço de Atendimento ao Consumidor é ruim. Na prática, como diz o professor da FGV, Alexandre Freire, o SAC é um SACO (Serviço de Atendimento ao Consumidor Otário). Mas o que mais me irrita é a diferença entre promessa e entrega. Em geral, as empresas só falam a verdade quando entram em crise. Acredito que se houvesse honestidade na comunicação, os clientes se sentiriam mais respeitados. Com as redes sociais, a verdade aparece com mais força e até a estratégia de atender via SMS, Aplicativos ou Twitter pode se tornar um tiro n’água se o cliente não for o ponto central. A proposta aqui é refletir sobre a evolução. Não a evolução do consumidor, isso todos já sabemos. Quero refletir sobre a relação com o novo consumidor. Será que houve evolução?

EMPRESAS COM FREGUESES

O fim da Segunda Guerra marcou o início de outra Guerra: a do mercado. Sendo a necessidade a mãe da invenção, o crescimento da concorrência fez com que os mercadólogos da época teorizassem sobre como atrair e lidar com seus consumidores. Esse é o DNA do nosso tão falado Marketing. Nessa época imperava a cultura de vender a qualquer preço. Eram truques que faziam da arte de vender quase um espetáculo de charlatanice que faz com que até hoje os profissionais do mercado sejam vistos com desconfiança. Da venda em diante, a responsabilidade não era mais da empresa e quem ficava com o mico era o freguês, freqüentemente na condição de enganado. Talvez por isso a palavra “freguês” hoje esteja associada ao time que sempre perde!

ScannedImage-4EMPRESAS COM COMPRADORES

A primeira grande mudança neste cenário veio em 1960 por Theodore Levitt, mais tarde intitulado o “pai do marketing”. Seu artigo na revista Harvard Business Review intitulado “Miopia de Marketing”, revelou uma série de erros de percepções, mostrou a importância da satisfação dos clientes e transformou para sempre o mundo dos negócios. O “vender a qualquer preço” deu lugar à “satisfação garantida.” Foi nessa linha que Philip Kotler e Gary Armstrong definiram o Marketing moderno como “a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício”. O foco, portanto, está na percepção que o cliente tem do serviço ou produto da empresa e se baseia tanto na promessa quanto na entrega. Aí entram os grandes desafios das empresas mais reclamadas no ranking do site Reclame Aqui: focam muito na promessa e deixam um pouco de lado a entrega. Houve um desequilíbrio. Apesar das empresas focarem nos benefícios em suas mensagens publicitárias, na hora da entrega parece que o cliente some e o “freguês” reaparece.

ScannedImage-3EMPRESAS COM CLIENTES

Não sou tão pessimista assim. Existem muitos casos de empresas que fazem o simples, bem feito e com coerência. Atendem no primeiro toque, deixam a opção 1 do teclado para você ir direto ao atendente (e não a 9!), devolvem um produto que não te agradou sem questionar, não deixam o sistema ERP comandar a relação, não culpam a burocracia por não dar uma resposta, enfim, são muitos os exemplos que comprovam a fase adulta de muitas empresas. Provavelmente, esta empresa tem uma cultura interna focada no cliente e com pessoas que ao chegarem atrasadas no trabalho, ao invés de “o trânsito estava ruim” ela diz “eu não me programei para sair a tempo de enfrentar o trânsito”. Ter clientes fiéis é o resultado desta fase. Agora, será que dá pra ir além? Um time de futebol consegue, tem fãs ao invés de clientes!

EMPRESAS COM FÃS

Está certo que o fã também é aquele que passa pelas piores situações pelo seu time: se amontoa por um lugar no estádio, passa horas em filas por ingressos e paga preços absurdos por isso. Similar ao tratamento que alguns SACs oferecem aos consumidores, testando a paciência para saber se ele quer realmente falar com a empresa! A SOAP busca fãs! Ao fazermos uma apresentação, queremos nosso cliente admirado. Não só nossos clientes, nossos funcionários também, afinal é na cultura interna que começa o atendimento ao cliente. E é fácil medir este nível de satisfação. Outro dia finalizamos uma pesquisa simples mas relevante com apenas uma pergunta : “De 0 a 10, qual a nota você daria para sua disposição em indicar a SOAP para um amigo ou empresa?”. Se a resposta for entre 0 e 6, você está encrencado. Se ele der entre 6 e 8, você tem um freguês ou até um cliente. Agora, se a nota vier entre 8 e 10, você tem um fã! Resultado: 68% de clientes nos deram entre 8 a 10. Isto nos deixou muito felizes. Mas ficaríamos ainda mais se alguns dessem nota 12, mesmo sem estar na grade da pergunta! Seria talvez um próximo nível: Fanático pela empresa!

CONCLUSÃO

O único lugar onde é bom você chamar o consumidor de freguês é na feira! Moral da história: ou você abre uma barraca na feira ou trate de ir atrás de fãs, pois seu concorrente pode estar fazendo isso neste exato momento!

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